Para marcar a data de 30 de julho, Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, a Agência da ONU para as Migrações (OIM) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançam a campanha “Brasil sem tráfico humano”. O intuito é reforçar e compartilhar informações sobre o crime: como é feito o aliciamento, quais as motivações, como denunciar e quais são os serviços de atendimento às vítimas. 

Um dos alertas levantados pela campanha é para a relação entre trabalho forçado e o tráfico de pessoas, que surge como uma oferta de oportunidades e remunerações que parecem muito fáceis. Ao levar informação ao público em geral, a ação auxilia na erradicação do tráfico de pessoas e contribui para o bom gerenciamento das migrações em benefício de todos.  

A campanha tem, ainda, participação direta do Judiciário para dar visibilidade à temática e difundir informações que fortaleçam o combater e reprimir o tráfico de pessoas.  

Ficou curioso e quer saber mais e conhecer os conteúdos compartilhados nas redes sociais? Fique de olho aqui na página e acompanhe as publicações! A partir de 30 de julho serão lançados conteúdos inéditos em linguagem acessível que irão ajudar a combater o tráfico humano e a exploração sexual, indicando os contatos para denúncia e pontos de atendimento.  

A campanha “Brasil sem tráfico humano” é uma parceria da OIM e do CNJ e faz parte do projeto “Fortalecendo as Capacidades do Sistema de Justiça para o Combate ao Tráfico de Pessoas e Crimes Conexos”, que também conta com a participação do Tribunal Regional da 3ª Região (TRF3) e Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe). O financiamento é do Fundo da OIM para o Desenvolvimento.


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Judiciário entra neste sábado (30/7) em campanha internacional contra tráfico humano

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